Logs do PDV, NF-e do ERP, cadastros de produto e de loja
Chave completa do item, status fiscal, CFOP de venda e imposto do item
Venda e imposto por item, nota, CNPJ e mês, conferidos com o dia
Relatório fiscal, lista de revisão e simulação da Reforma
O que resolve
- O imposto de cada item, nota e loja sai de uma base só, que bate com o total fiscal do dia.
- Cupons cancelados, rejeitados e em contingência ficam separados dos autorizados.
- Remessa, transferência, bonificação e componente de kit deixam de entrar como venda.
Perguntas de negócio que responde
Faça estas perguntas ao seu agente quando o caso estiver pronto.
O que você precisa
- As tabelas de cupom, item, NFC-e e eventos do PDV, ou as NF-e do ERP, conectadas na Nekt
- O cadastro de produto com NCM, CEST e CST, e o de loja com UF, CNPJ e regime tributário
- A lista de CFOPs de venda e o significado dos códigos de cancelamento, validados com o fiscal
O que você recebe
- Uma tabela por item com valores, impostos, CFOP, chave de acesso e status fiscal
- Conferência diária por loja contra o total fiscal do dia, com as diferenças listadas
- Relatório mensal por CNPJ com imposto por tributo e carga tributária
- Lista de revisão com itens rejeitados, cancelamentos atípicos e produtos sem cadastro fiscal
Onde ativar
Venda fiscal, imposto por tributo e carga tributária por CNPJ e mês, com a lista de diferenças contra o total do dia.
Itens em Requer revisão fiscal, rejeições da SEFAZ e produtos sem NCM ou CST, para a área fiscal tratar.
Responde sobre imposto e venda fiscal por loja sem expor dado de operador de caixa.
O volume é grande e as chaves do PDV têm armadilhas. A regra de status depende do fiscal confirmar o significado de cada código, então comece conservador e refine. O detalhado traz as regras de negócio, as armadilhas e o teste de aceitação. Ou mande tudo direto para o seu agente com o MCP da Nekt.
O PDV grava o item vendido numa tabela, o imposto do item em outra, o cabeçalho da NFC-e e o retorno da SEFAZ em uma terceira, e o número do cupom recomeça depois de um tempo. As flags de cancelamento têm mais de dois valores e o código de retorno da SEFAZ nem sempre conta a história inteira. No ERP, a nota tem itens de kit sem CFOP, notas de remessa no meio das de venda e totais de imposto no cabeçalho. Quem cruza pelo número do cupom, conta todo cancelamento como perda e soma o imposto do cabeçalho em cada item entrega um relatório que o fiscal não consegue usar.
Como costuma ser feito, e a regra
Cada linha é um erro que já aconteceu na prática.
No cupom, o grão é loja + PDV + número do cupom + data do movimento + sequencial do item. O número do cupom é um contador cíclico que recomeça por loja e PDV ao longo dos anos, e outros campos de evento repetem o mesmo ciclo. Valide a chave com contagem distinta na tabela inteira antes de usar. Na NF-e, o grão é chave de acesso + número do item. Toda deduplicação fica com o registro mais recente do log (maior NSU do evento).
A chave de 44 dígitos traz a UF (posições 1 e 2), ano e mês (3 a 6), o CNPJ do emitente (7 a 20), o modelo (21 e 22: 55 para NF-e, 65 para NFC-e), a série (23 a 25) e o número (26 a 34). Use o CNPJ e o modelo da chave para contar notas distintas por estabelecimento e ano, e o CNPJ da loja no cadastro só como conferência.
Autorizado = cupom e item sem nenhuma marca de cancelamento e retorno da SEFAZ sem indício de rejeição no texto. Todo o resto vai para Requer revisão fiscal: cancelamento parcial, denegado, inutilizado, contingência e rejeição. A flag de cancelamento pode ter quatro valores e não é booleana, e o código de retorno de sucesso pode vir junto com texto de rejeição, então leia o texto. Guarde os campos brutos no fato para investigação e só abra novas classes quando o fiscal validar cada código.
Cupom inteiro cancelado no PDV (grão cupom), item cancelado dentro de um cupom válido (grão item) e tentativa de cancelar a NFC-e rejeitada pela SEFAZ por prazo legal (retorno 501, grão nota) são fatos diferentes. A maioria das tentativas rejeitadas é de cupons que continuaram válidos e são venda. Cada um vai para uma tabela ou coluna própria.
Marque cada item com uma flag de CFOP de venda a partir de uma lista mantida com o fiscal. Remessa para armazém de marketplace (5.949), simples faturamento de entrega futura (5.922), transferência entre filiais (5.152) e bonificação (5.910) ficam fora da venda. Na entrega futura, conte uma das duas notas, nunca as duas: nos casos reais, a nota de simples faturamento fica fora e a de entrega (5.116, 5.117, 6.116, 6.117) entra.
Em pedidos e notas de kit, o item pai vem sem CFOP e os componentes carregam o CFOP e o valor. Somar todos os itens dobra o valor do kit. A venda fiscal soma só os itens com CFOP de venda.
Use os valores de imposto do item: ICMS (com CST e base), PIS e COFINS (com CST e base), e, da Reforma, IBS estadual, IBS municipal, CBS e Imposto Seletivo, cada um com sua coluna e o CST de IBS e CBS. Os totais do cabeçalho da nota servem só para conferir: a soma dos itens tem de bater com eles. DIFAL fica em coluna própria, fora do ICMS geral.
Por loja e dia, compare a soma dos itens autorizados com o total fiscal do dia do PDV (a redução Z). Diferenças pequenas são esperadas quando o desconto de item fica numa coluna separada do log de cupom. Antes de somar qualquer view do PDV, confira o grão: há views que repetem a mesma linha várias vezes, e uma diferença em múltiplo inteiro é sinal de linha duplicada no cruzamento.
A dimensão de loja traz UF, CNPJ, inscrição estadual e regime tributário (CRT); a UF é necessária para separar IBS estadual de municipal. A dimensão de produto traz NCM, CEST, classificação e os CST de IBS, CBS e Imposto Seletivo, com uma linha por produto pela alteração mais recente. Produto vendido sem NCM ou CST vai para a lista de revisão, nunca para um padrão.
Quando o PDV grava o código de barras no lugar do código interno do produto, resolva pelo de-para de automação da origem, e só quando a linha tem a assinatura exata do defeito (códigos de automação zerados) e existe correspondência. Marque o item com uma flag de produto corrigido. Qualquer outro produto sem cadastro continua nulo para revisão.
Como cada CFOP entra na venda fiscal
Lista inicial dos casos reais; o fiscal valida e completa.
Definições
Armadilhas que já aconteceram
A base cruzava itens e cabeçalhos por loja e número do cupom. Como o número recomeça, itens de cupons de anos diferentes foram juntados. Trocar por campos de evento não resolveu, porque eles reciclam do mesmo jeito.
Chave com PDV e data do movimento, validada por contagem distinta em toda a tabela.
Milhares de linhas traziam o código de retorno de sucesso junto com um texto de rejeição da SEFAZ. Classificar só pelo código colocava essas notas como autorizadas.
Leia o texto do retorno e mande qualquer indício de rejeição para revisão.
Tentativas de cancelar NFC-e fora do prazo legal, rejeitadas pela SEFAZ, foram contadas como cupons cancelados. Na maioria, o cupom seguia válido e a venda sumiu do relatório.
Separe a tentativa rejeitada do cancelamento efetivo.
O valor dos pedidos de kit entrava duas vezes, porque o item pai, sem CFOP, era somado junto com os componentes.
Some só itens com CFOP de venda.
Uma view de desconto por item do PDV repetia a mesma linha até cinco vezes, e a soma direta inflava o desconto em cerca de 2,5 vezes.
Deduplique pelo grão do item e confira com o total fiscal do dia.
Num único dia e loja, o PDV gravou o código de barras no lugar do código interno em algumas centenas de itens, e produtos ativos apareceram como sem cadastro no relatório fiscal.
Corrija pelo de-para de automação só quando a linha tem a assinatura do defeito, e marque o item.
Teste de aceitação
O caso está pronto quando todos os itens passam.
- A contagem distinta de (loja, PDV, cupom, data, sequencial) é igual ao número de linhas da tabela de itens.
- Para cada loja e dia de um mês fechado, a venda fiscal dos itens autorizados bate com o total fiscal do dia do PDV dentro da tolerância declarada, e cada diferença acima dela está listada.
- O número de notas distintas por CNPJ, modelo e ano bate com o relatório de escrituração ou da SEFAZ.
- Para uma amostra de NF-e, a soma do ICMS, PIS e COFINS dos itens é igual ao total de impostos do cabeçalho.
- Nenhum item com CFOP fora da lista de venda, nem item pai de kit, entra na venda fiscal.
Pacote para o agente
Cole no Claude, ChatGPT ou outro cliente com o MCP da Nekt conectado.
Fiscal por item (varejo) - Grão: item de cupom (loja + PDV + cupom + data + sequencial) ou item de NF-e (chave de acesso + item). O número do cupom recicla: nunca cruze sem PDV e data. - Chave de acesso: posições 7 a 20 = CNPJ do emitente; 21 a 22 = modelo (55 NF-e, 65 NFC-e). Conte notas pela chave distinta. - Status fiscal: 1 = Autorizado (sem cancelamento no cupom e no item e sem indício de rejeição no texto da SEFAZ); 99 = Requer revisão fiscal (todo o resto). Não decodifique os valores 1, 2 e 3 da flag de cancelamento sem validação do fiscal. - Cancelamento de cupom, de item e tentativa rejeitada pela SEFAZ (retorno 501) são coisas diferentes. Tentativa rejeitada não é cancelamento. - Venda fiscal = itens autorizados com cfop_de_venda = true. Remessa, transferência, bonificação e simples faturamento ficam fora. Item pai de kit não tem CFOP e não soma. - Imposto vem do item (ICMS, PIS, COFINS, IBS estadual, IBS municipal, CBS, IS). Nunca leve o total do cabeçalho para o item. DIFAL separado. - Total fiscal do dia (redução Z) é a referência de valor por loja e dia. - Dado de cancelamento identifica o operador do caixa: não exponha fora do escopo autorizado. Exceções por cliente: - <cliente>: lista de CFOPs de venda validada em <data>: <lista>. - <cliente>: histórico anterior a <data> sem produto no log do PDV; usar <fonte alternativa>. - <cliente>: canal <marketplace> faturado em NF-e série <série>.
Construa no meu workspace Nekt o caso "Fiscal por item" seguindo as regras em https://academy.nekt.com/industrias/varejo/fiscal-por-item.md. 1) Encontre as tabelas de origem e confirme as colunas usadas pelas regras. 2) Crie uma transformação no grão indicado aplicando todas as regras. 3) Rode o teste de aceitação e me mostre o resultado de cada item. 4) Crie o context document do caso no workspace, com as exceções dos meus clientes em aberto para eu preencher.
Variações
NF-e e CT-e de fornecedores, via conector de documentos fiscais, para crédito de ICMS, custo de frete e conferência de compras.
Contagem de chaves distintas e itens com substituição tributária por CNPJ e ano, como base temporária para o pedido de recuperação.
Lucro bruto por item = venda menos custo menos ICMS, PIS e COFINS do item, como no resultado de peças e serviços de pós-venda.