Dos seus dados à inteligência.
Uma visão condensada da plataforma: conectar, organizar, transformar e colocar o dado para trabalhar.
Seis tópicos, uma única jornada.
Trazer o dado certo, na frequência certa.
Lakehouse, catálogo e layers.
Ensinar o significado do negócio.
Modelar o que virou rotina.
Levar o dado até a decisão e a ação.
Operar com confiança e controle.
Da fonte à ação, uma arquitetura integrada.
A pergunta vem antes do conector.
Conectar tudo aumenta custo e complexidade. Comece pelas fontes e tabelas que respondem ao primeiro caso de uso.
O que pode entrar
- Aplicações
CRM · Ads · ERP - Bancos
Postgres · MySQL - Arquivos
CSV · Sheets · S3 - Não estruturado
PDF · texto · imagens
Quatro decisões
- Streams
quais tabelas? - Campos
o que é necessário? - Sync
full ou incremental? - Cadência
quando precisa atualizar?
Mídia mostra o clique. O CRM mostra a receita.
O valor aparece quando fontes diferentes passam a responder juntas à mesma pergunta.
Bronze preserva. Silver organiza. Gold serve.
O lakehouse mantém o histórico e separa o dado como veio, como foi tratado e como será consumido.
Bronze
Representação fiel da origem e base para rastreabilidade.
facebook_ads_campaignsSilver
Tipos, nomes, chaves, deduplicação e regras reutilizáveis.
campaigns_cleansedGold
Tabela desenhada para uma decisão, relatório ou ativação.
marketing_daily_performanceO catálogo explica o dado. O contexto explica o negócio.
Descrição no Catálogo
- Tabela
assinaturas - Coluna
status - Granularidade
1 linha / assinatura - Relacionamento
customer_id
Context document
- Cliente ativo
contrato vigente - Receita
pagamento confirmado - Churn
cancelado no período - Exceções
testes e internos fora
Uma definição evita quatro respostas.
Quando “receita”, “cliente ativo” e “conversão” têm uma regra explícita, pessoas, dashboards e agentes usam o mesmo significado.
- Sem contexto: cada consumidor interpreta colunas e exceções.
- Com contexto: a regra viaja junto com o dado.
- Resultado: menos retrabalho e respostas mais confiáveis.
## Receita recorrente MRR considera apenas assinaturas ativas com pagamento confirmado no mês. Excluir contas internas e ambientes de teste. Fonte oficial: Gold.mrr_monthly
Query quando o dado basta. Notebook quando entra código.
| Ferramenta | Melhor para | Exemplos | Resultado |
|---|---|---|---|
| Query SQL | Filtros, joins, agregações e regras relacionais. | Funil, DRE, cohort, métricas diárias. | Uma nova tabela no Catálogo. |
| Notebook | Python, PySpark, APIs externas, arquivos, IA e ML. | Forecast, enriquecimento, scoring, classificação. | Uma ou mais tabelas prontas para consumo. |
Regra prática: comece com SQL. Migre para notebook quando a lógica, o volume ou a integração realmente pedirem.
Se a pergunta se repete, a resposta deve virar modelo.
- Entrada: campanhas tratadas na Silver.
- Regra: padronizar canal e somar por dia.
- Saída: uma Gold estável para BI, MCP e ativação.
- Trigger: executar após a atualização das fontes.
SELECT date, channel, SUM(investment) AS investment, SUM(leads) AS leads, SUM(revenue) AS revenue FROM Silver.marketing_unified GROUP BY date, channel
Notebooks transformam dados em novos produtos.
Histórico de deals vira probabilidade por etapa e cenários mensais.
Conversas viram tópicos, perguntas recorrentes e gaps de documentação.
Empresas e endereços recebem atributos vindos de APIs especializadas.
O padrão se repete: ler do Catálogo, aplicar lógica especializada e salvar uma tabela que o restante da plataforma consegue usar.
O dado precisa chegar onde a decisão acontece.
MCP de dados
Agentes consultam o Catálogo e o contexto em linguagem natural.
Data API
Aplicações acessam tabelas de forma programática.
Destinations
Dados tratados voltam para CRM, ads e operação.
BI
Dashboards leem a mesma Gold usada pelos demais canais.
Configure uma vez. Distribua agentes com controle.
Exemplo: o Claude analisa todo o histórico disponível na Nekt e, via Gateway, consulta ou executa ações nas ferramentas conectadas, sempre dentro das permissões definidas pela organização.
Gold parado é apenas um relatório potencial.
Ativação transforma o pipeline em um ciclo: dado gera ação, ação gera novo dado e o modelo melhora.
O CRM fica melhor quando conhece a receita real.
Confiança exige saber o que rodou, o que falhou e quem acessa.
Status e histórico de cada execução.
Detalhe técnico e resumo de falhas.
O time é avisado antes do consumidor.
Execuções por agenda, evento ou demanda.
Acesso por usuário, grupo e recurso.
Da tabela Gold até a fonte original.
Um playbook conecta aquisição, receita e retenção.
A arquitetura se repete. O contexto muda por cliente.
- Catálogo por cliente para fontes e entregas externas.
- Catálogos internos para operação, benchmark e gestão.
- Bronze isolada preserva cada origem sem misturar contas.
- Gold padronizada compara canais e clientes com a mesma regra.
O primeiro caso de uso não precisa modelar a empresa inteira. Precisa produzir uma resposta confiável e chegar a quem vai agir.