Pedidos, cobranças e lançamentos de carteira
Volume cheio, receita pelos lançamentos da plataforma
GMV, receita por fonte e take rate
Board, CS e alertas de volume
O que resolve
- Volume transacionado e receita da plataforma em colunas separadas, cada um com a sua regra.
- Receita aberta por fonte: comissão, juros, antecipação e tarifas.
- Take rate por cliente que bate com o que a plataforma cobra.
Perguntas de negócio que responde
Faça estas perguntas ao seu agente quando o caso estiver pronto.
O que você precisa
- Pedidos, cobranças e lançamentos de carteira do produto conectados na Nekt
- A tabela de tarifas e comissões com vigência, inclusive as negociadas por cliente
- A lista de contas internas, de teste e de demonstração
O que você recebe
- Uma tabela de transações com volume, receita por fonte, estorno e chargeback
- Take rate por cliente, produto, meio de pagamento e mês
- Alertas de queda de volume dos maiores clientes
- Um agente de IA que separa volume de receita nas respostas
Onde ativar
GMV, receita por fonte e take rate do mês, com a ponte de variação entre volume, mix de clientes e tarifa.
Aviso no Slack quando o volume semanal de um dos maiores clientes cai além de um limite combinado.
Responde sobre volume e receita sem confundir os dois, com a tarifa vigente em cada período.
A receita costuma estar no produto, em lançamentos de carteira ou de split. O trabalho é achar a fonte certa de cada parcela e manter as tarifas versionadas por data. O detalhado traz as regras de negócio, as armadilhas e o teste de aceitação. Ou mande tudo direto para o seu agente com o MCP da Nekt.
A cobrança traz o valor que o comprador pagou, e é fácil chamar isso de receita. Num caso real, um campo de receita bruta era só volume menos estorno e reembolso, sem tirar a parte que fica com o cliente, e ficava praticamente igual ao volume. Tarifas mudam com o tempo e por cliente, juros e antecipação vivem em tabelas separadas, e o status da assinatura do comprador engana sobre o que foi pago.
Como costuma ser feito, e a regra
Cada linha é um erro que já aconteceu na prática.
GMV ou TPV é o valor bruto pago pelo comprador nas transações aprovadas, com os juros de parcelamento quando é o comprador quem paga. Estorno, reembolso e chargeback são eventos separados, com data própria, e não reduzem o volume. Assim o volume de um mês fechado não muda quando um estorno chega depois.
A receita da plataforma é o que entra na conta dela: os lançamentos de comissão do split na carteira da plataforma. Quando só existe o percentual, receita = percentual de comissão da transação vezes o volume, arredondada por transação. Um campo pronto de receita bruta precisa ser testado contra os lançamentos antes de ser usado.
Separe comissão (take rate ou MDR), juros de parcelamento, taxa de antecipação, tarifa de saque e outras tarifas. Comissão e juros na data do pagamento, antecipação na data de execução, saque na data de conclusão. Receita líquida = soma das fontes menos a parte da plataforma em estornos e chargebacks.
Use um único critério de transação paga, o status aprovado do pagamento, para volume e receita. O status da assinatura do comprador (por exemplo, período ativo) não diz se aquela cobrança foi paga, e usar um critério em cada lado fez volume e receita não conversarem.
Tarifas mudam com o tempo e podem ser negociadas. Guarde a tabela com vigência (de, até) e o plano negociado de cada cliente por meio de pagamento: cartão, boleto e Pix, com percentual e valor fixo. Nunca aplique a tarifa de hoje ao passado. Tarifa de saque só incide em saque concluído.
Quando a regra de data de um evento muda, por exemplo o saque datado pela criação até um dia e pela conclusão depois, guarde a data de corte e aplique cada regra ao seu período. Recalcular tudo com a regra nova reescreve meses fechados.
Take rate é receita / volume, e o volume certo é o que o contrato usa: vendas atribuídas à plataforma (por cupom, link ou canal próprio), não todas as vendas do cliente. Comissão por faixa é progressiva: cada faixa aplica o seu percentual só à parte do volume dentro dela. Valide contra o que a plataforma cobrou: numa base real, com a base certa, o cálculo bateu quase 100%.
Plataformas que recebem pedidos de canais próprios e de agregadores (marketplaces de delivery, por exemplo) mostram o volume por canal, porque receita e valor para o cliente são diferentes em cada um. Pedido com valor fora da realidade, acima de um teto declarado, entra como zero no volume e vai para revisão.
Volume em várias moedas é fluxo: converta pela taxa média do mês, não pela de fechamento, de uma fonte oficial como a tesouraria. Congele os meses fechados e registre manualmente a taxa que faltar, com aviso.
No Stripe Connect e em gateways parecidos, estorno e contestação acontecidos depois da carga não atualizam a cobrança já carregada. Leia reembolsos e disputas dos seus próprios objetos e use o maior entre o valor estornado lá e o da cobrança. Só transações em produção (livemode no Stripe).
De onde vem cada parte da receita
Cada fonte tem sua tabela e sua data; nenhuma reduz o volume.
Definições
Armadilhas que já aconteceram
Um campo de receita bruta era volume menos chargeback e reembolso, sem descontar a parte do cliente. O valor ficou quase igual ao volume e distorceu todos os painéis que o usavam.
Remova o campo e leia a receita dos lançamentos de comissão.
A receita usava o status da assinatura do comprador, e assinaturas em período ativo entravam como pagas. Volume e receita não fechavam entre si.
Use o status do pagamento nos dois lados.
A tarifa de saque mudou várias vezes em poucos anos, e um cálculo com a tarifa atual reescreveu a receita dos meses antigos.
Tabela de tarifas com vigência, aplicada pela data do evento.
O take rate era calculado sobre todas as vendas do cliente, não só as atribuídas à plataforma, e o percentual parecia bem menor do que o contrato.
Use a base contratual e valide contra o que foi cobrado.
Pedidos de teste e valores digitados errados inflavam o volume de lojas pequenas e distorciam o ranking.
Teto declarado por pedido, com o excedente em revisão.
Lojas e contas de demonstração da própria empresa somavam volume e puxavam a média de take rate.
Lista de contas internas e de teste aplicada na primeira camada.
Teste de aceitação
O caso está pronto quando todos os itens passam.
- A receita de comissão do mês bate com a soma dos lançamentos de split da plataforma (diferença abaixo de 0,5%).
- O GMV de um mês fechado não muda quando chega um estorno ou chargeback depois.
- Para uma amostra de clientes, o take rate calculado bate com o percentual do plano vigente na data de cada transação.
- Nenhuma conta interna, de teste ou de demonstração aparece no volume.
- Receita bruta = soma das fontes, e receita líquida = bruta - redutores, para cada cliente e mês.
Pacote para o agente
Cole no Claude, ChatGPT ou outro cliente com o MCP da Nekt conectado.
Take rate e receita da plataforma - GMV/TPV = valor bruto pago pelo comprador em transações aprovadas. Nunca chame volume de receita. - Estorno, reembolso e chargeback são eventos separados. Não reduzem o volume. - Receita da plataforma vem dos lançamentos de comissão (split) na carteira da plataforma, mais juros, antecipação e tarifas, cada um na data do seu evento. - Pago = status aprovado do pagamento, para volume e receita. Status da assinatura do comprador não diz se foi pago. - Tarifas têm vigência e podem ser negociadas por cliente. Use a tarifa vigente na data da transação. - Take rate = receita de comissão / volume da base contratual. Take rate efetivo = receita bruta / GMV. Diga qual está usando. - Tarifa de saque só em saque concluído. - Moedas convertidas pela taxa média do mês. Moeda de reporte: <moeda>. - Contas internas, de teste e de demonstração ficam fora. Exceções por cliente: - <cliente>: comissão negociada de <percentual>% no cartão e <valor> por boleto. - <cliente>: base do take rate = vendas com cupom da plataforma, não vendas totais.
Construa no meu workspace Nekt o caso "Take rate: volume transacionado contra receita da plataforma" seguindo as regras em https://academy.nekt.com/industrias/saas/take-rate-marketplaces.md. 1) Encontre as tabelas de origem e confirme as colunas usadas pelas regras. 2) Crie uma transformação no grão indicado aplicando todas as regras. 3) Rode o teste de aceitação e me mostre o resultado de cada item. 4) Crie o context document do caso no workspace, com as exceções dos meus clientes em aberto para eu preencher.
Variações
Ciclos de 30, 60 e 90 dias de volume e receita a partir do fechamento do cliente, contra os 30 dias anteriores, para medir o resultado real do time comercial.
No Stripe Connect, monte o livro por movimento de saldo: venda, repasse ao vendedor, estorno e contestação, cada um pelo seu tipo de objeto.
Queda de volume transacionado do cliente entra no health score antes do cancelamento da assinatura.